terça-feira, 25 de novembro de 2008

COMO TRABALHAR O LIVRO DE LITERATURA NA SALA DE AULA? COMO A IMAGEM PODE SER EXPLORADA?

Sem dúvida é da a chance para o aluno descobrir o prazer da leitura, tanto dentro como fora da escola. Assim ele poderá ter espaço para uma leitura mais reflexiva e coerente com o seu conhecimento. Prova par diagnosticar se o aluno leu o livro é um pesadelo, e coerente e subversiva nos contexto para onde queremos levar o ensino da Língua Portuguesa. Abrir rodas de discussão esclarece pontos, e assim deixar fluir o que na verdade é nato expor idéias, cada um tem a sua. É papel do professor, estabelecer a linha matriz por onde vai caminhar e justificar as idéias que surgirão durante o trabalho. Lembrando que a leitura cumpre o seu papel social. Os horizontes então serão apresentados um cruzamento de idéias entre escritor e leitor. O que conta enfim e a metodologia que o professor vai usar para chegar a o aluno e deixá-lo a vontade pare fazer escolhas certas durante sua vida e sem medo de expor idéias.
A imagem é algo que transcende o mundo da palavra, o ir e vir e cheio dela explorá-la é magnífico. Os meios de exploração vão caber a forma e disposição da turma e do professor. O que é verdade na clareza e o que pode esta escondida na imagem, ou seja, o que é implícita e explicita.

COMO VOCÊ VER O SHOW DE UM ALUNO DE 7a SÉRIE? É UM TEXTO? É INCOERENTE? SEM SENTIDO? HÁ ELEMENTOS LINGUISTICOS?

É um texto com certeza. Existem os elementos lingüísticos necessários para uma comunicação. Coerente e informativo, quando a idéia e leveza.As palavras usadas se interligam formando uma ciranda de palavras dependente uma da outra para dá a idéia clara justificada no texto.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

QUAIS AS IMPLICAÇÕES DA VARIAÇÃO LINGUISTICA PARA O TRABALHO EM SALA DE AULA? COMO TRABALHAR O “ERRO”?

É fato que a Língua Portuguesa é belíssima e então com a sua variação lingüística ela se torna única.
A criança quando é levada a escola com o objetivo de aprender a ler e escrever, vêm munida do que podemos chamar de língua materna com suas variações lingüísticas e sua respectiva pronuncia próprias do meio onde estão inseridas. Então o que seria considerado “erro” na língua escrita? Somente porque essa linguagem não está prevista no sistema da língua? Na verdade pode ser que se percam no que diz respeito a termos fonéticos, morfológicos, semânticos e sintáticos por não alcançar a norma-culta estabelecida por uma minoria alguns séculos atrás, como a elite da época deixando claro que pouca coisa mudou nos dias de hoje.
O erro só pode ser considerado quando o individuo falante ou escritor por falta de conhecimento tentar construir um pensamento onde a ordem das palavras não tenha um sentido imediato, ou seja, não existe uma comunicação. Por exemplo, esse parágrafo aqui escrito, misturado com o de cima de forma aleatória... A Língua Portuguesa levada diz respeito a termos é então o erro, só pode ser considerado fonéticos, morfológicos, semânticos e sintáticos com a sua ela se torna única... Existe sim uma idéia, mas esta incompleta devido à ordem das palavras. Compreendo que o erro lingüístico não quer dizer falta de inteligência, mas de conhecimento ou a falta de acesso a esse mundo normativo da língua. Então o erro em sala de aula deve ser encarado de forma reflexiva, onde o aluno possa compreender essas magníficas variações lingüísticas ricas em sentido cultural apanhada e enraizadas na nossa historia nacional. Cabendo aqui o conhecimento da realidade onde o usuário dessa variação está inserido e como. Lembrando sempre que o respeito com as variações lingüísticas e seus falantes deve se considerado. Deixar o aluno a par de tais conhecimentos, buscando a pesquisa, fonte essa, fará dos nossos alunos indivíduos mais críticos e respeitadores da sua nacionalidade.

domingo, 23 de novembro de 2008

A VARIAÇÃO E A NORMA: O QUE ENSINAR NA ESCOLA?

Durante toda a minha vida como estudante e hoje como profissional da educação me pergunto. O que valeu apena ter aprendido em questão do uso desse conhecimento no dia a dia? Visto que até o mais letrados dão as suas “escorregadinhas” na chamada norma culta. Ensinar a norma culta porque é oficial e é cobrada nos concursos públicos, mas devemos deixar claro também que o que se fala é diferente do que se escreve. O mundo da palavra falada é maior que a escrita. Respeitar o que o aluno traz de conhecimento quanto a sua forma de falar é primordial.
Devemos rever o que está nos currículo para assim fazer do ensino algo mais completo e vivenciar essas novas experiências.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Preconceito liguistico

Preconceito lingüístico seria uma espécie de deboche, a satirização, a não tolerância, o desrespeito em relação ao modo de falar de alguém. Com certeza isso deve ter acontecido comigo ainda na minha infância, comum a toda criança, mesmo quando ela tenha um modo de falar diferente dos demais, sendo essa forma certa ou errada dentro dos padrões lingüísticos aceitos. Pois bem, o fato é que a língua falada é muito mais viva e flexível do que as regras escritas na gramatica normativa . Portanto, língua falada e língua escrita são coisas totalmente diferentes.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Quem é o professor de Lingua Portuguesa

Na verdade ele é o “cara”.
Corajoso, responsável...
Determinado, auxiliador...
Criativo...
Um cara profissional habilitado a ensinar a língua mãe...
Essa língua filha da mãe!
Que retrata e destrata,
Que afaga e apedreja,
De visão justa e sinais turvos
Que alcança e descansa os magistrados
Que diminui e cala os hoje pobres e sem senzala.
Olha a responsabilidade do professor da Língua Portuguesa.
Ele dever ser o critico livre a coordenar o rompimento dessa amarras
Que filtram a minoria prazerosa em prol da massificação dos “jecas tatu”...

MEMORIAL

Antes de enveredar pelas artes das palavras e linguagem estive me encontrando por caminhos de eterno aprendiz. Busquei sempre fazer o melhor, trabalhando em clubes, lavando panelas, descascando batatas, limpando chão e recolhendo garrafas. Esse era um bico de final de semana e feriados. Durante a semana trabalhava numa locadora de vídeo game. Mesmo já tendo o meu segundo grau técnico em contabilidade.
Fiz escola normal em dois anos, 1993 e 1994. Já no ano de 1995, aprovado numa entrevista fui trabalhar numa escola particular no Novo Gama, onde fiquei até o ano de 1996. Saindo de La, fui trabalhar na Escola Estadual da mesma cidade a convite, fazendo amizade que duas professoras dentro de um ônibus. Fiquei nessa escola até ser chamado na secretaria de educação, prestando o concurso em 1997, no dia 23 de outubro de 1998 , dado onde completava mais um ano de vida.
Fui trabalhar em Santa Maria na Escola Classe 316. Ali trabalhai com todo o tipo de turma, inclusive com o supletivo que para mim foi à experiência melhor.
Dois anos depois perdi meu pai, isso aconteceu no dia 17 de outubro de 2000. Havíamos feitos planos para nós três, ele, minha mãe e eu. Um período de adaptação.
Comecei a cursar faculdade de Artes Cênicas no ano de 2002, onde fiz muitos amigos e pude aprender e aperfeiçoar muitos dos meus dons, trocando experiências tanto com professores e colegas.
Depois de três anos e meio terminei minha faculdade ingressando logo no curso de pós – graduação, em Psicopedagogia Clinica, onde fiz mais amigos e adquiri mais conhecimentos.
A profissão que escolhi não tem status que deveria, mas tem vivencia, tem sementes, tem frutos e tudo vale a pena quando posso ver no sorriso de um aluno que eu fiz a diferença no seu ano escolar.